Árvore genealógica de Maria Ligia Silveira da Motta


avós
paternos
José Honório Silveira da Motta + Luiza Ernestina Freitas de Seixas
PAI
Armando Luiz Silveira da Motta (Lulu)
08-08-1884 - São Paulo (SP) (Brasil)
 †  1952 - São Paulo (SP) (Brasil)
avós
maternos
Christiano Machado + Julia Adelaide Alves
MÃE
Maria [da Glória] Alves Machado (Totota)
30-06-1893 - Tatuí (SP) (Brasil)
 †  07-02-1987 - São Paulo (SP) (Brasil)

IRMÃO(s)
Maria Ligia Silveira da Motta
1915

Maria Ligia Silveira da Motta
04-03-1915 - São Paulo (SP) (Brasil)
b. 10-08-1915
 † 22-02-2011 - São Paulo (SP) (Brasil)
(idade: 96 anos)
 
CÔNJUGE(s)
Roberto Gugliotti
23-02-1915 - São João da Boa Vista (SP) (Brasil)
 †  07-07-1995 - São Paulo (SP) (Brasil)


   NOTAS


Livro: Queiroz, Borges da Costa, Machado & Palhares - Genealogia e Histórias

- Notas de sua neta Andrea:

Tenho os postais que minha avó Maria Lygia me enviava das suas viagens. Guardo com muito carinho. Vou scannear pra você.
Sobre ela: uma avó muito carinhosa, companheira e querida, eu a chamava de Voinha, e daí os netos seguintes e a família passaram a chamá-la assim. Passeávamos muito! Eu amava dormir na casa dela.
Ela era muito vaidosa e elegante! Pintava muito bem porcelanas,  enxovais, espelhos , uma peça mais linda que a outra.  Na casa dela tinha uma sala de pintura, ela tinha classes de alunas senhoras e jovens senhoras. Eu amava ficar lá na aula com elas.
Ela tinha um armário cheio de pincéis, tintas, decalques, papéis e etc. E também em outra sala o forno para as porcelanas.
Era uma artista! Além disso ela preparava sobremesas deliciosas: ambrosia, torta mousse de chocolate, com um creme maravilhoso e no Natal um bolo de nozes divino. Por mais que eu já tentei encomendar essas receitas, não achei nada parecido ao dela:)
A Totota , minha bisa, era muito cheirosa, já com os cabelos todos brancos, usava uns pentes bem bonitos no coque, e já usava muletas. Ela amava costurar, tinha uma máquina de costura. Ela me pedia pra ajudar a achar agulhas e alfinetes, que eu tinha a vista boa:) 
Ela costurava bastante para doação:  roupas de frio.
Também fazia bonecos de pano, fez cavalinho em couro pro meu irmão o Rodrigo. Ela dizia que era a mãe dele e pedia a minha mãe pra cuidar dele. Tinha paixão pelo meu irmão.
Ela era uma fofura. Eu amava ficar com ela na cadeira de balanço, ela gostava de fazer cafuné.
Também era artista fazia marzipan e umas velas pra Natal lindas. Tinha suas receitas milagrosas quando ficávamos doentes, e olha que sarava viu. Batia claras em neve com limão quando tínhamos dor de barriga, fazia xarope de guaco, caldo de carne.
 

- A ex-escrava Dedé, que foi babá de Anna Amélia de Queiroz, foi madrinha de carregar de Ligia. Levou-a até a porta da antiga igreja matriz, de Aparecida onde ela foi batizada em 1915 ou 16 no lugar de sua avó, que era a madrinha.

- Dedé deixou em testamento para Ligia, sua casa na Penha, cidade de São Paulo. Ligia a vendeu em 1943 para fazer seu enxoval de casamento.

- Visitei Lygia nos anos 90 e 2000 em sua casa no Morumbi, São Paulo, SP.

- Telefonei dia 4 de outubro de 2011 quando fiquei sabendo que havia falecido em  22 de fev 2011.

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